O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, que marcou presença no início dos trabalhos considerou "trágicas as estatísticas sobre o cancro em África" e pediu as responsáveis para reverterem este cenário. Nos últimos anos o continente africano tem sido confrontado com o aumento exponencial de casos de cancro, da lista negra destacam-se os cancros do útero, cancro da mamã e cancro da próstata.
O director Nacional de Saúde Pública de Moçambique, Mouzinho Saide, refere que no país em cada cem casos diagnosticados 32% são no colo do útero e das cerca de 3500 mulheres com a doença 2500 morrem devido ao diagnóstico tardio. Sobre o cancro da mamã a prevalência da doença ronda os 8%.
No caso dos homens o cancro da próstata é o que mais mata no continente. O responsável político afirma que o cancro da próstata tem uma prevalência de 16%. Resultados trágicos que os líderes africanos querem inverter nos próximos anos.
A mesma opinião tem Maira Domingos, coordenadora do programa sobre Direito Sexual e Reprodutivo do Forúm Mulher de Moçambique, que reconhece a importância do evento e ressalva a necessidade das autoridades apostarem no rastreio do cancro. A responsável lembra que é fundamental que as escolas veiculem a mensagem sobre a importância que os tratamentos preventivos podem ter cura da doença.
A VII Conferência das Primeiras-Damas Africanas sobre o cancro do útero, cancro da mamã e cancro da próstata termina amanhã e deverá adoptar uma declaração onde estarão contidas várias acções com vista a combater o cancro em África.
O director Nacional de Saúde Pública de Moçambique, Mouzinho Saide, refere que no país em cada cem casos diagnosticados 32% são no colo do útero e das cerca de 3500 mulheres com a doença 2500 morrem devido ao diagnóstico tardio. Sobre o cancro da mamã a prevalência da doença ronda os 8%.
No caso dos homens o cancro da próstata é o que mais mata no continente. O responsável político afirma que o cancro da próstata tem uma prevalência de 16%. Resultados trágicos que os líderes africanos querem inverter nos próximos anos.
A mesma opinião tem Maira Domingos, coordenadora do programa sobre Direito Sexual e Reprodutivo do Forúm Mulher de Moçambique, que reconhece a importância do evento e ressalva a necessidade das autoridades apostarem no rastreio do cancro. A responsável lembra que é fundamental que as escolas veiculem a mensagem sobre a importância que os tratamentos preventivos podem ter cura da doença.
A VII Conferência das Primeiras-Damas Africanas sobre o cancro do útero, cancro da mamã e cancro da próstata termina amanhã e deverá adoptar uma declaração onde estarão contidas várias acções com vista a combater o cancro em África.
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